O primeiro e maior princípio d'O Caminho Infinito - e sobre o qual se fundamenta toda a sua atividade, é que Deus constitui o Ser individual - meu e seu. 

Deus é a minha mente, a minha vida, a Alma, o espírito. Deus é a minha capacidade. Portanto, tenho acesso à inteligência infinita, à vida eterna e infinita. Tenho acesso ao suprimento infinito, à harmonia infinita, à paz, à perfeição e a todas as coisas que representam a infinitude de Deus.

Esta infinitude pode ser trazida à nossa experiência na medida de nossa compreensão da Verdade: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará" - João 8:32.


Thomas Hobbes é um dos mais importantes filósofos da Inglaterra do século XVII. O conjunto de sua obra influenciou homens e nações. Em 1640, fugindo do governo de Oliver Cromwell, Hobbes foi viver em Paris, onde escreveu contestações às Meditationes (Meditações) de descartes e publicou a primeira versão de De Cive (Do Cidadão) em que tratou a questão das relações entre Igreja e Estado. Para Hobbes, a Igreja cristão e o Estado cristão formavam um mesmo corpo, encabeçado pelo monarca, que teria o direito de interpretar as Escrituras, decidir as questões religiosas e presidir o culto. É leitura obrigatória para quem estuda Política e Direito. Em 1651 saiu sua principal obra, Leviatã, em que expõe sua filosofia política. Para Hobbes, a fonte do poder monárquico não residia no direito divino, mas na manutenção do contrato social.


Publicado em 1881, Aurora prossegue no estilo aforístico da filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900), inaugurado com Humano, demasiado humano (1878). Em 575 aforismos - cuja extensão varia de duas linhas a algumas páginas -, Nietzsche elabora sua crítica da moral cristã-ocidental e dos conceitos a ela associados, como "alma", "Deus", "pecado", "sujeito" e "livre-arbítrio", que segundo o filósofo seriam ficções prejudiciais à vida. No subtítulo do livro, a palavra "preconceito" é usada no sentido filosófico de concepção formada antes do julgamento (um "pré-juízo"). A epígrafe ("Há tantas auroras que não brilharam ainda", extraído das escrituras hindus) explica o título e traduz a esperança nietzscheana de um mundo novo, livre das ilusões religiosas, morais e intelectuais criticadas pelo filósofo. 


Esta edição combina partes de Against Method com excertos de Science in a Free Societ, acrescido de um capítulo sobre o julgamento de Galileu e outro sobre a noção de realidade que parece ser requerida pelo fato de que o conhecimento é parte de um processo histórico complexo. Defendo dois pontos de vista: primeiro, que a ciência pode ficar em pé sobre suas próprias pernas e não precisa de nenhuma ajuda ... ; segundo, que culturas, procedimentos e pressupostos não-científicos também podem ficar em pé sobre suas próprias pernas e deveria ser-lhes permitido fazê-lo, se tal é o desejo de seus representantes. 


No entanto, as idéias desses grandes pensadores foram irreconhecivelmente distorcidas pelos roedores neopositivistas e por seus rivais, os roedores pertencentes à igreja do racionalismo "crítico". Lakatos foi, depois de Kuhn, um dos poucos pensadores que notaram essa discrepância e tentaram eliminá-la por meio de uma complexa e muito interessante teoria da racionalidade.


Os seres inorgânicos são explicados em A arte do sonhar. Sonhar significa sonhar com um propósito, consciente e controlando os sonhos.


A imagem do Cristo nunca mais será a mesma depois de "Os manuscritos de Jesus", o novo livro de Michael Baigent. O consagrado autor de "O Santo Graal e a linhagem sagrada" - livro que inspirou "O Código Da Vinci", de Dan Brown - faz novas revelações impressionantes sobre a História de Jesus: ele não foi crucificado; era um líder político interessado no poder; e, bom de retórica, redigiu do próprio punho sua defesa diante do Tribunal Romano. Baigent se baseia em um documento jurídico romano, de 45 depois de Cristo, em que um certo Jesus ben Josef, imigrante da Galiléia e proprietário de terras condenado por Pôncio Pilatos, faz declarações surpreendentes a respeito de sua natureza divina. Apesar da celebração e veneração seculares ao redor da figura de Jesus, o autor assegura que a sua trajetória de vida e as circunstâncias que o levaram à morte foram extremamente mitificadas. Historiador da religião e um dos maiores especialistas no assunto, Baigent teve acesso a arquivos ocultos, registros de sociedades secretas, documentos maçônicos e coleções particulares de comerciantes de antigüidades e de seus clientes para analisar o clima político em que Jesus nasceu e cresceu, examinando não apenas os conflitos entre romanos e judeus, mas a luta entre as diferentes facções do movimento zelote, partido judeu de oposição aos romanos.